Cresceu, mas não o suficiente

Após registrar retração de 8,9%, em 2015, e de 4,5%, em 2016, o varejo brasileiro, excluídos os setores de automóveis e materiais de construção, teve alta de 1,2%, em 2017, revelou na última quinta-feira (01/02), o indicador SpendigPulse, da Mastercard.

Em dezembro, foi verificada uma alta de 2,3% das vendas em comparação ao mesmo período do ano anterior. Já na semana que antecedeu o Natal, as vendas cresceram 4,5% em relação ao registrado na mesma semana de 2016.

Diante destes resultados, os shoppings ficam eufóricos sem razão e já acham possível retirar eventuais descontos ou incentivar a saída e a renovação dos espaços comerciais de olho nas receitas de ponto ou multas por rescisão de contratos.

Fato é que a renovação não vai acontecer, porque os lojistas estão cientes de que as vendas ainda estão em baixa e vai demorar para que tudo volte a um patamar que permita investimentos mais tranquilos.

O mesmo relatório aponta que “mais uma vez o destaque fica para o e-commerce, que vem registrando crescimento ao longo dos dois últimos anos e encerrou 2017 com consolidado aumento de 22,6%”.

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Isto significa que quando tudo voltar ao normal, será um normal diferente do que tínhamos em 2014.

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